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Quatro números que resistem a auditoria.

Cada case abaixo traz o desafio real do empreendimento, o mecanismo que produziu o resultado e a referência do projeto. Sem número solto e sem mérito que não seja rastreável até uma decisão de campo.

Case 01, redução de custos

Doze vírgula seis milhões que nunca foram gastos.

O desafio

Um grande projeto de infraestrutura de capital operava com ociosidade elevada de mão de obra e equipamentos. O dimensionamento era estático, feito no início do empreendimento e mantido apesar da variação real do ritmo de produção, o que mantinha equipes e frota mobilizadas acima da necessidade.

A solução Hipérion

Dimensionamento dinâmico de recursos, ajustando equipes e equipamentos ao ritmo real de produção, combinado com a estabilização do fluxo. Com o fluxo estável, o pico de recurso deixa de ser necessário, e o dimensionamento passa a acompanhar a demanda em vez de antecipá-la.

Por que funciona

Ociosidade é sintoma de variabilidade, não de excesso de gente. Estabilizado o fluxo, o mesmo avanço físico passa a exigir menos recurso, sem qualquer pressão sobre as equipes.

Redução em custo previsto R$ 12,6 MILHÕES
Custo previsto original R$ 35,0 mi

Mão de obra direta e equipamentos.

Custo após replanejamento R$ 22,4 mi

Faixa de redução observada: 20% a 36% nos custos de recursos de campo.

Mecanismo: replanejamento estruturado com controle inteligente da execução, dimensionamento dinâmico de equipes e equipamentos, e estabilização do fluxo de produção para eliminar ociosidade.

Projeto de infraestrutura de capital de grande porte

Case 02, previsibilidade

De treze por cento de desvio para três décimos.

O desafio

Em um grande empreendimento de infraestrutura hídrica, a variabilidade das entregas físicas semanais gerava desconfiança no cliente final e descompasso financeiro. Os desvios acumulados ameaçavam o prazo contratual, e a curva de avanço servia apenas para registrar o atraso depois que ele já tinha acontecido.

A solução Hipérion

Implantação do Last Planner System integrado ao controle físico-financeiro. Estabelecemos rituais semanais de programação, medição de PPC (Percentual de Planos Concluídos) e análise sistemática das causas de não cumprimento, de modo que cada desvio virasse correção na semana seguinte em vez de justificativa no relatório mensal.

O que muda para a diretoria

A curva de avanço deixa de ser registro de desvio e passa a ser instrumento de controle real. A obra entrega o que prometeu, no prazo e no custo, e o cliente para de precisar auditar a informação que recebe.

Redução na variabilidade das entregas 51% a 79%
Implantação tradicional 13,0%
Implantação estruturada 0,3%

Desvio médio do cronograma, medido semana a semana.

Mecanismo: Last Planner System integrado ao controle físico-financeiro, com rituais semanais de programação, medição de PPC e análise sistemática de causas de não cumprimento.

Empreendimento de infraestrutura hídrica

Case 03, produtividade de campo

Produtividade não vem de pressão, vem de frente liberada.

O contexto

Obra de infraestrutura de saneamento de grande porte, com frentes de trabalho geograficamente dispersas e alta complexidade logística.

O desafio

Baixa produtividade das equipes de escavação e assentamento de tubulações, causada por interferências constantes de projetos desatualizados, falta de materiais e atrasos na liberação de acessos. As equipes estavam mobilizadas, mas paravam por motivos que não dependiam delas.

A solução Hipérion

Implantação do fluxo de gestão de restrições integrado ao planejamento detalhado, com lookahead de quatro semanas, rituais semanais de liberação de frentes e rastreabilidade total de pendências. Nenhuma frente é programada antes de estar com as restrições removidas.

Aumento da produtividade +10% a 35%

Mecanismo: gestão ativa de restrições com lookahead de quatro semanas, rituais semanais de liberação de frentes e rastreabilidade total de pendências, garantindo que cada frente tenha o que precisa, quando precisa, para executar sem interrupção.

Onde o ganho aparece

  • Estabilização do ritmo de produção: eliminação de paradas repentinas por falta de frentes liberadas.
  • Redução de horas extras: melhor aproveitamento da jornada normal de trabalho.
  • Otimização de equipamentos: redução drástica do tempo de ociosidade de escavadeiras e caminhões.
Saneamento, frentes dispersas e alta complexidade logística

Case 04, PMO integrado

Trezentas e oitenta e sete ações sem dono claro.

O desafio operacional

A carteira apresentava 387 ações dispersas entre 17 áreas. A ausência de um ciclo de vida estruturado resultava em aprovações precipitadas, escopo mal definido e execução sem critério claro de maturidade. Com quase tudo classificado como prioridade média, a priorização havia deixado de existir na prática.

O que a Hipérion instalou

Um ciclo de vida com três portas, para que uma ação só avance quando estiver madura o bastante para avançar. A escolha do caminho de execução passou a ser decidida por matriz, não por hábito.

387 ações na carteira
17 áreas envolvidas
42,7% não iniciadas
87,4% em prioridade média

Diagnóstico da carteira no início do engajamento.

Os três pilares da solução

  1. 01

    Incubadora estratégica

    Berçário onde ideias viram projetos viáveis. Projetos nascem aqui e permanecem sob supervisão do Comitê Estratégico até atingir maturidade, com escopo, orçamento e plano definidos.

  2. 02

    Execução focada

    Dois modelos escolhidos por matriz de decisão: projeto dedicado para alto CAPEX ou alto risco, com time 100% dedicado, e modelo comitê para complexidade baixa, com fluxo centralizado.

  3. 03

    Fluxo operacional ágil

    Caminho rápido e padronizado para o dia a dia. Ações operacionais seguem oito etapas claras com responsabilidade única, permitindo execução rápida com rastreabilidade total.

Qual desses problemas é o seu?

Se algum desses diagnósticos parece familiar, a conversa começa por um olhar no seu sistema de produção. Sem compromisso e sem apresentação genérica.